VAMOS GERAR MENOS LIXO - Simone Borges Arquitetura


NORMA DE DESEMPENHO 15575

http://www.cbic.org.br/arquivos/guia_livro/Guia_CBIC_Norma_Desempenho_2_edicao.pdf



Escrito por Simone Borges Camargo às 17h03
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Avaliação do ciclo de vida energético (ACVE) de uma habitação

Lucas Caldas, Gilson Pedroso e Rosa Maria Sposto

 

1. Introdução

A construção civil é apontada como um dos setores mais impactantes do ponto de vista ambiental, sendo um dos motivos o elevado consumo de energia de alguns dos materiais empregados e a energia elétrica consumida nas edificações. Devido ao déficit habitacional existente no país, nos últimos anos ocorreu um aumento significativo na produção de habitações, ocasionando maior consumo de matéria prima e energia e consequentemente maior impacto ambiental.

A procura por formas de aumentar eficiência energética nas edificações tem sido assunto frequente na discussão nacional e internacional. Segundo dados do Balanço Energético Nacional - BEN (3), foi observado que as edificações habitacionais brasileiras são responsáveis por um consumo de 24,2% de toda energia elétrica brasileira e que o setor residencial apresentou um crescimento de 6,2% no ultimo ano. Portanto, há a necessidade de pesquisar formas de mensurar o consumo de energia ao longo do ciclo de vida das habitações e propor medidas para a redução deste consumo.

Uma forma de mensurar a energia consumida nas habitações é a avaliação do ciclo de vida energético (ACVE). De acordo com Tavares (4) a ACVE é uma abordagem em que todos os consumos energéticos de um produto ou processo são contabilizados; observa-se a importância do termo energia incorporada dos materiais, resultante dos insumos energéticos necessários para as etapas referentes ao processo de fabricação, transporte e outros insumos indiretos, além da fase de uso, manutenção e disposição final de resíduos, onde também a energia incorporada deve ser mensurada.

Diante disso, este trabalho teve como objetivo a realização da ACVE de uma habitação unifamiliar localizada em Brasília – DF, considerando as etapas de pré-uso, uso e pós – uso (chamado também de berço ao túmulo), por meio do levantamento da energia incorporada total ao longo do seu ciclo de vida.


http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/16.191/6012



Escrito por Simone Borges às 16h22
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Avaliação do ciclo de vida energético (ACVE) de uma habitação

Lucas Caldas, Gilson Pedroso e Rosa Maria Sposto

 

1. Introdução

A construção civil é apontada como um dos setores mais impactantes do ponto de vista ambiental, sendo um dos motivos o elevado consumo de energia de alguns dos materiais empregados e a energia elétrica consumida nas edificações. Devido ao déficit habitacional existente no país, nos últimos anos ocorreu um aumento significativo na produção de habitações, ocasionando maior consumo de matéria prima e energia e consequentemente maior impacto ambiental.

A procura por formas de aumentar eficiência energética nas edificações tem sido assunto frequente na discussão nacional e internacional. Segundo dados do Balanço Energético Nacional - BEN (3), foi observado que as edificações habitacionais brasileiras são responsáveis por um consumo de 24,2% de toda energia elétrica brasileira e que o setor residencial apresentou um crescimento de 6,2% no ultimo ano. Portanto, há a necessidade de pesquisar formas de mensurar o consumo de energia ao longo do ciclo de vida das habitações e propor medidas para a redução deste consumo.

Uma forma de mensurar a energia consumida nas habitações é a avaliação do ciclo de vida energético (ACVE). De acordo com Tavares (4) a ACVE é uma abordagem em que todos os consumos energéticos de um produto ou processo são contabilizados; observa-se a importância do termo energia incorporada dos materiais, resultante dos insumos energéticos necessários para as etapas referentes ao processo de fabricação, transporte e outros insumos indiretos, além da fase de uso, manutenção e disposição final de resíduos, onde também a energia incorporada deve ser mensurada.

Diante disso, este trabalho teve como objetivo a realização da ACVE de uma habitação unifamiliar localizada em Brasília – DF, considerando as etapas de pré-uso, uso e pós – uso (chamado também de berço ao túmulo), por meio do levantamento da energia incorporada total ao longo do seu ciclo de vida.


http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/16.191/6012



Escrito por Simone Borges às 16h20
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Arquitetura Sustentável É questão de bom senso.

"O tema da Sustentabilidade foi incluído na agenda da Arquitetura no final da década de 80 e início da década de 90 – paralelamente à divulgação do Relatório Brundtland. (1) Embora a discussão remote a este período, seus preceitos fundamentais podem ser remetidos há séculos antes:

O projeto ecológico tornou-se uma disciplina própria da formação dos arquitetos somente na década de 1970. Nesse período, evidentemente, as escolas de arquitetura estavam mais preocupadas com a economia de energia do que com o desenvolvimento sustentável, em um contexto mais amplo. No entanto, do ponto de vista conceitual, as abordagens ecológicas já integravam textos que constituem a base da arquitetura. Para Vitrúvio, por exemplo, conforto e clima faziam parte do modelo triangular de firmitas, vetustas e utilitas (solidez, beleza e utilidade)." EDWARDS, B. O Guia Básico para a Sustentabilidade. Barcelona: Gustavo Gili, 2008, p. 37.

Stella de Oliveira Cândido

Fonte: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.147/4459



Escrito por Simone Borges às 16h08
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Reciclar para Construir - Artigos Técnicos

http://www.reciclagem.pcc.usp.br/artigos1.htm

Classificação:

“Reciclar para Construir” pretende reunir informações prioritariamente sobre reciclagem de resíduos como materiais de construção civil. A construção civil é um grande consumidor de materiais. Mesmo uma pequena habitação incorpora grande quantidade de materiais. É também um mercado praticamente universal. A idéia é viabilizar o desenvolvimento sustentável em combinação com a solução de um grave problema social: a habitação.



Categoria: Link
Escrito por Simone Borges às 23h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


"Cidades e Soluções" apresenta:

Urbanização Acelerada

Programa exibido em 22.10.2006 - GloboNews

Pela primeira vez na História, a maioria da população do planeta vive em cidades. Segundo dados da ONU, a marca está sendo alcançada neste ano de 2006.

A urbanização acelerada e caótica ameaça a qualidade de vida de bilhões de pessoas que sofrem com a poluição do ar e das águas, o trânsito engarrafado, a produção monumental de lixo, especulação imobiliária e favelas, entre outros problemas.

O "Cidades e Soluções" desta semana entrevista Christopher Flavin, presidente de uma das mais prestigiadas organizações não governamentais do mundo, o Worldwatch Institute. O WWI tem sede em Washington e realiza periodicamente um amplo diagnóstico sobre os impactos causados pelo atual modelo de desenvolvimento e o processo de urbanização do planeta.

A cidade brasileira de Curitiba aparece nos relatórios do Worldwatch com experiências positivas, por exemplo, no setor de transportes.

O vídeo deste programa só estará disponível no site a partir do dia 29/10/06.

Os relatórios podem ser acessados pela internet através dos links abaixo:

- Conheça o site da Biblioteca Digital WWI-UMA - uma parceria da organização internacional Worldwatch Institute e da Universidade Livre da Mata Atlântica. No site, faça o download gratuito da versão em português do relatório anual "Estado do Mundo", publicado pela organização internacional Worldwatch Institute e de outros relatórios.

- Acesse o site do Worldwatch Institute e conheça o trabalho desenvolvido pela organização.

- Conheça o site da prefeitura de Londres, dedicado ao pedágio urbano, o "Transport for London".

- Para saber mais sobre o projeto desenvolvido em Huagbaiyu, na região da Manchúria, nordeste da China, entre no site do US-China Center for Sustainable Development

Fonte: http://globonews.globo.com/Jornalismo/Gnews/0,,7493,00.html

 



Escrito por Simone Borges às 22h28
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


"Cidades e Soluções" apresenta:

Coletores Solares

Programa exibido em 15.10.2006 - GloboNews

Já existem 600 mil coletores solares instalados no Brasil para aquecer a água do banho. Uma energia limpa, renovável e que, depois dos custos de instalação, é gratuita.

Num país que ainda não se livrou da ameaça do apagão, 7% de toda energia produzida tem como destino o chuveiro elétrico. Isso equivale ao consumo de energia do estado do Rio Grande do Sul. Nas comunidades de baixa renda, o uso regular do chuveiro elétrico corresponde a 30% do total das contas de luz.

As cidades brasileiras se mobilizam em favor dos coletores solares. Nas câmaras municipais de Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte discute-se a conveniência de criar benefícios fiscais para quem instalar o equipamento. Em São Paulo, a maior cidade do país, a prefeitura deverá enviar ainda este ano à câmara dos vereadores um projeto de lei sugerindo que todas as novas construções residenciais com mais de 3 banheiros sejam obrigadas a instalar coletores. A obrigatoriedade vale também para novos hotéis, clubes, academias, creches, orfanatos e outros estabelecimentos comerciais.

O vídeo deste programa só estará disponível no site a partir do dia 22/10/06.

Para mais informações sobre coletores solares, acesse os links abaixo:

- Clique aqui e faça o download do livro "Um banho de sol para o Brasil: o que os coletores solares podem fazer pelo meio ambiente e a sociedade", do Instituto Vitae Civilis.

- Conheça o projeto Cidades Solares, uma iniciativa conjunta da Ong socioambiental Vitae Civilis e da DASOL - ABRAVA, a Diretoria Solar da Associação Brasileira de Fabricantes de Equipamentos de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento.

- Clique aqui e veja o manual elaborado por José Alcino Alano, morador de Tubarão/SC, que desenvolveu um coletor solar a partir de produtos recicláveis: garrafas PET e caixas de leite.

FONTE: http://globonews.globo.com/Jornalismo/Gnews/0,,7493-p-15102006,00.html



Escrito por Simone Borges às 22h25
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



"Cidades e Soluções" apresenta experiências sustentáveis e de baixo impacto ambiental

11 de Outubro de 2006       Fonte: Instituto Akatu

O jornalista e conselheiro do Instituto Akatu, André Trigueiro, irá apresentar um novo programa na Globo News, em comemoração aos dez anos de existência do Canal. O programa, que se chama “Cidades e Soluções”. 

 



Escrito por Simone Borges às 22h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


O consumo consciente digital

17 de Julho de 2006       Fonte: Instituto Akatu

Por Cícero Tsufa*

Nestas últimas décadas o computador revolucionou a vida das pessoas e das empresas, principalmente nos últimos anos com a explosão da internet. Mudaram-se hábitos, rotinas, procedimentos, etc... E muito do que era físico passou a ser digital.

Após algumas décadas convivendo neste meio, podemos falar que já adquirimos uma cultura digital e com ela também vieram outros termos, crimes virtuais, poluição digital e net etiqueta. É importante que a sociedade comece a desenhar em sua consciência os limites éticos da internet. Vamos falar um pouco destes limites a seguir.

Começaremos pelo famoso SPAM, mensagens não solicitadas, que lotam nossa caixa de mensagens todo dia fazendo-nos perder tempo, consumindo espaço em disco, nossa conexão, congestionando a rede, tornando-a mais lenta. Poucos sabem que o SPAM pode ser subdividido em alguns tipos distintos conforme origem e finalidade. Uma grande parte são os proliferados por vírus e por pessoas má intencionadas com objetivo de roubar, destruir ou simplesmente de congestionar a rede. Estes são crimes e as entidades governamentais deveriam urgentemente instituir leis com punições severas por que já não é um caso educacional. Embora o processo de identificação da origem destes emails é, freqüentemente, uma tarefa quase impossível e os responsáveis saem na maioria impunes.

O que eu gostaria de expor aqui, porém, são os lixos virtuais. Produzidos, de uma forma geral, por pessoas, profissionais e empresas de boa índole que o fazem por falta de consciência ou pela falta de noção ética. É muito comum ver mensagens eletrônicas com piadinhas, pirâmides, pornografia, correntes, etc. É necessário que todos respeitem a internet como um meio limitado, todo este lixo digital acaba por poluir a rede gerando atrasos na transmissão de dados e na entrega de emails, consumindo recursos de máquinas e causando gastos desnecessários para muitas empresas. Algumas, acabam optando por procedimentos de ética duvidosa, monitorando conteúdos de mensagens e documentos enviados pela rede, gerando polêmicas sobre invasão de privacidade.

Tudo isso poderia ser resolvido se houvesse um maior conhecimento de todos da net etiqueta, o guia de boas maneiras na internet. Respeito com o próximo é bom e todos gostam e não é diferente no mundo virtual.

Um outro tipo de SPAM, que deve ser entendido e combatido por todos, é o produzido por empresas com objetivo comercial sem autorização para envio, feito em grande escala. A autorização sempre deve informar o usuário final do conteúdo dos comunicados e a freqüência de envio. Vender, alugar, emprestar, coletar na internet dados de usuários não é considerado ético pelas associações e órgãos do governo justamente por não haver uma autorização explícita para envio, chamada tecnicamente de “opt-in”.  Fornecer ao consumidor uma maneira de descadastro “opt-out” também é obrigatório, por que ele deve ter o poder de controlar sua privacidade. Envios em massa para listas genéricas, mesmo com essas ferramentas já foi considerado eticamente correto, porém, hoje, o email marketing de prospecção (como é mais conhecido no mercado) está sendo repudiado pelas empresas e consumidores que em muitos casos se vêem obrigados a mudar periodicamente de endereço de email ou adquirir softwares anti-SPAM, perdendo contatos importantes ou mensagens relevantes.

Seguir regras simples, além de oferecer uma transparência maior das suas ações para com os seus clientes, ajudam diminuir o fluxo de dados desnecessários na internet reduzindo os custos

da operação, tanto em servidores, provedores, nas empresas e no meio doméstico. Vide as regras de condutas da IAB Brasil, ABEMD e o Comitê Gestor de Internet, facilmente encontrado em seus sites, que norteiam o email marketing.

Faz-se necessário que todos os envolvidos numa campanha publicitária, anunciantes, empresários e profissionais de marketing, assimilem definitivamente uma postura contra os milhares de emails indesejáveis que são despejados diariamente nas caixas de entrada de todos os usuários da rede. Produzir um mundo virtual mais otimizado e econômico é imprescindível, por que ao contrário do que se imagina o mundo virtual tem custo e não é ilimitado, igualmente ao mundo físico.

*Cícero Tsufa é diretor executivo da Domail, parceira institucional do Instituto Akatu

FONTE: http://www.akatu.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1532&sid=84&tpl=view_tipo4.htm

 



Escrito por Simone Borges às 10h21
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


JOGAR PILHA E BATERIA NO LIXO É CRIME

Pilhas e baterias são produtos que merecem cuidados especiais na hora de serem descartados, isto é, jogados ao lixo. Isto porque trazem substâncias tóxicas – metais – em sua composição.

A legislação brasileira proíbe o lançamento de pilhas e baterias "in natura" a céu aberto, tanto em áreas urbanas como rurais; queima a céu aberto ou em recipientes, instalações ou equipamentos não adequados, conforme legislação vigente; lançamento em corpos d'água, praias, manguezais, terrenos baldios, poços ou cacimbas, cavidades subterrâneas, em redes de drenagem de águas pluviais, esgotos, eletricidade ou telefone, mesmo que abandonadas, ou em áreas sujeitas à inundação.

FONTE: http://www.akatu.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm



Escrito por Simone Borges às 10h19
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Consumo consciente de pilhas e baterias reduz impactos sobre o meio ambiente

15 de Setembro de 2006       Fonte: Instituto Akatu

 

Usadas em diversos aparelhos eletro-eletrônicos que fazem parte do dia-a-dia, as pilhas e baterias podem representar um problema ambiental que afeta a todos, direta ou indiretamente, por conta dos metais tóxicos envolvidos em sua fabricação. Esses problemas podem ser minimizados se o consumidor tomar consciência da melhor forma de adquirir, usar e descartar esses produtos.
 
A resolução 257 do Conama determina que as pilhas e baterias fabricadas e importadas no Brasil contenham uma quantidade máxima de metais tóxicos (necessários ao funcionamento da pilha). Dentro destes limites, o Conama autoriza a disposição de pilhas de uso doméstico em aterros sanitários, causando impactos reduzidos sobre o ambiente. Apesar disso, o problema, segundo André Saraiva, vice-diretor de Meio Ambiente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), é que somente 12,8% das cidades brasileiras, de um total de 5632, têm aterros sanitários. Os outros municípios depositam seus resíduos em lixões que, diferente dos aterros sanitários, não possuem infra-estrutura ideal para minimizar os impactos ao meio ambiente.
 
Assim, apesar de classificadas como seguras pela legislação ambiental, quando descartadas em lixões, fatalmente as pilhas deixam vazar substâncias tóxicas para o solo, lençóis freáticos e o ar, o que acaba afetando as pessoas das regiões próximas e alimentos. Conforme Jorge Tenório, professor titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, alguns metais utilizados nas pilhas são cancerígenos e têm efeito acumulativo no corpo humano. “Uma vez que a pessoa absorve esse elemento, não tem mais como se desintoxicar”. Tudo isso gera uma demanda que poderia ser evitada por serviços públicos de saúde. Os gastos dos hospitais públicos com internações e tratamentos são pagos por todos, por meio dos impostos.
 
Legislação do Conama
 
Para as baterias que contêm níveis de mercúrio, chumbo, cádmio e manganês, entre outros metais, acima das determinações do Conama, a legislação ambiental impõe a coleta dos produtos pelas empresas. Geralmente, baterias automotivas, de notebooks e celulares são devolvidas nos próprios pontos de revenda. Segundo Saraiva, as indústrias representadas pela Abinee (quase a totalidade das empresas que atuam no setor de elétrica e eletrônica no país) já haviam banido o mercúrio e possuíam um sistema de coleta mesmo antes da resolução. Leia matéria: Baterias de carros devem ser entregues em postos de coleta.

Já para as pilhas de uso doméstico, o controle é muito mais difícil. São, segundo a Abinee, 1,2 bilhão de unidades em circulação no Brasil. O cidadão consciente pode, por meio de escolhas de consumo, prolongar a usabilidade do produto, evitando, além da possível contaminação, a geração desse volume de lixo. Conforme o educador ambiental Paulo Diaz, do programa USP Recicla, a melhor alternativa é utilizar pilhas alcalinas ou recarregáveis do comércio legal, que contém níveis de toxicidade dentro da legislação brasileira. Leia matéria: Consumidores devem evitar pilhas piratas

Para o professor Tenório, as pilhas recarregáveis, apesar do preço mais alto do que as comuns, são um investimento com retorno garantido. “Do ponto de vista ecológico, elas são muito superiores. Funcionam por até cinco anos, enquanto uma alcalina dura por 90 dias”. De acordo com ele, 95% das pilhas usadas no Brasil são alcalinas e comuns, enquanto na Europa, o uso das recarregáveis já é bastante disseminado. Ele diz também que, do ponto de vista energético, as pilhas são uma das fontes de energia mais caras que existem, superando eletricidade e combustíveis derivados de petróleo.
 
Descarte dos resíduos

O descarte das pilhas domésticas gera uma discussão entre alguns elementos da sociedade. Muitos acham que o recolhimento das pilhas deveria ser feito pelas empresas, uma vez que muitas cidades não são providas de aterros sanitários. Já as empresas alegam que é responsabilidade das prefeituras prover os municípios de infra-estrutura básica. A prefeitura de São Paulo, por exemplo, informa que a responsabilidade é de quem vende a pilha.  Mesmo assim, na hora de descartar, caso o consumidor não esteja seguro se sua pilha será encaminhada para um aterro sanitário, o consumidor pode buscar um posto de coleta. Em São Paulo, por exemplo, qualquer uma das lojas da Drogaria São Paulo funciona como posto de coleta de pilhas e baterias de 9V. A empresa, em seguida, envia o material doado para reciclagem. Para saber o endereço das unidades da rede de farmácias, consulte o site www.drogariasaopaulo.com.br. O Ministério do Meio Ambiente possui uma relação de pontos de coleta espalhados pelo Brasil, que pode ser consultada aqui.

Veja também:

FONTE: http://www.akatu.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm



Escrito por Simone Borges às 10h05
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Não Fique Pilhado

http://portacurtas.uol.com.br/Filme.asp?Cod=870

Classificação:

Não Fique Pilhado Gênero Animação Diretor Carlos Duba, João Amorim, Vicente Amorim - Ano 2000 Desenho animado moderno e bem humorado sobre reciclagem de pilhas. O filme reúne vários estilos de animação, dos mais tradicionais as mais avançadas técnicas de computação gráfica e 3D.



Categoria: Link
Escrito por Simone Borges às 19h45
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Dica - ÓLEO DE COZINHA - IV


Sabão caseiro vira alternativa ecológica

 

Foto: Roosevelt Cássio


Quem não gosta de saborear uma deliciosa porção de batatas fritas ou um pastelzinho frito? Pois é, no entanto, poucos se preocupam com o destino que é dado ao óleo que sobra da fritura e que depois não pode ser reutilizado.

Uma saída simples, ecologicamente correta e que ainda pode render algum dinheiro. Esta foi a forma que a dona-de-casa Maria de Lourdes Moraes, 51 anos, moradora do Conjunto 31 de Março, zona sul de São José, encontrou para reaproveitar o óleo utilizado na fritura do dia-a-dia.

"Além do óleo produzido em casa eu ainda recebo dos vizinhos e parentes, em troca distribuo as pedras de sabão", disse ela, que também já comercializou o produto.

Uma receita pode produzir até 42 pedras de sabão. O preço médio de venda unitário é de R$ 0,50 que pode render até R$ 20 para quem fabrica. As despesas com os ingredientes não ultrapassam R$ 6,00, o que representa um lucro de R$ 14 por receita.

Dona Lourdes não vende mais as pedras, ela prefere distribuir para a família e os amigos. "O pessoal cobra, minhas filhas gostam muito de usar este sabão", afirma.

Quem já usou o produto garante sua qualidade na lavagem da louça, roupas de tecidos mais resistentes, como calça jeans, e sujeiras mais grossas. "Dá um brilho maior, muito maior às panelas e louças", explica dona Lourdes. "Além disso, facilita a retirada da graxa dos tecidos". Para aqueles que não sabem o quê fazer com o óleo que se acumula em casa, esta pode ser uma boa opção.


A receita do sabão

- 5 litros de óleo usado e coado

- 1 copo americano de fubá

- 500 ml de detergente líquido de coco

- 1 litro de soda cáustica líqüida

- 1 litro de água fervente

Modo de Preparo:
Em um balde grande, coloque o óleo coado, junte o fubá, o detergente, a soda cáustica e mexa bem. Depois de misturados acrescente a água fervente e continue mexendo por 40 minutos sem parar.

Coloque a massa na forma e deixe descansar por 10 dias até endurecer. Se for colocar em um recipiente único, corte no formato desejado antes de a barra endurecer completamente. 


FONTE: http://www.valeverde.org.br/html/dicas2.php?id=29

 

 

 



Escrito por Simone Borges às 19h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Dica - ÓLEO DE COZINHA - III

Resíduo Orgânico - Óleo de cozinha: veneno para os rios - VP - 04/06/06

 

Ambientalista alerta que 1 litro de restos de fritura afeta oxigenação de 1 milhão de litros de água 

"Eu realmente não sabia o que fazer com o óleo, antes eu jogava no ralo da pia da cozinha, mas sempre ficava com a impressão de estar fazendo algo errado", disse a dona-de-casa Maria das Dores Nascimento, de 64 anos. A dúvida quanto à destinação do óleo de fritura -- ou óleo sujo -- é mais comum do que se pensa. Sem informação adequada, o mais comum é o produto ser despejado na pia, mas de acordo com ambientalistas essa prática altamente poluidora

O óleo pode causar prejuízos irreversíveis ao meio ambiente, principalmente aos rios. "Um litro de óleo contamina cerca de 1 milhão de litros de água", alerta André Miragaia, da ONG Vale Verde, de São José dos Campos. Esse volume de água é suficiente para o consumo de uma pessoa durante o período de 14 anos.


Nos rios, a presença do óleo é facilmente perceptível. O óleo flutua sobre a água, já que é mais leve e não se mistura. "O óleo cria uma barreira na superfície que dificulta a entrada de luz e a oxigenação da água, o que compromete a base da cadeia alimentar aquática", explica o ambientalista. A falta de oxigênio, ainda segundo Miragaia, pode exterminar com os fitoplânctons, espécie de algas microscópicas.


Atualmente, a dona-de-casa Maria das Dores encontrou uma saída, que segundo ambientalistas, é a mais indicada. "Hoje em dia eu guardo e dou para o meu cunhado que aproveita esse óleo para fazer sabão", conclui.

REDE DE ESGOTO - Além de causar mau cheiro, o óleo, quando descartado na pia aumenta consideravelmente as dificuldades referentes ao tratamento de esgoto. "O lançamento de detritos impregnados de gordura na rede de esgotos acaba provocando a incrustação nas paredes da tubulação e a conseqüente obstrução das redes coletoras", disse o engenheiro Clóvis Ossamu Masaki, gerente do Departamento Distrital da Sabesp em São José dos Campos. 


 

FONTE: http://www.valeverde.org.br/html/dicas2.php?id=29



Escrito por Simone Borges às 19h16
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Dica - ÓLEO DE COZINHA - II

 

Óleo que vira sabão

 

Muito lixo no lugar errado. É o que acontece quando ignoramos os resíduos que produzimos em casa. E a conseqüência pode ter cara de filme de horror, sempre que o rio devolve o que recebe.

Os especialistas em reciclagem dizem que cuidar do meio ambiente é cuidar da própria casa.

Para quem mora na cidade, não adianta apenas se preocupar com a preservação das florestas. O papel da população é cuidar com carinho de um assunto que a maior parte ainda prefere esconder debaixo do tapete.

Mas por onde começar a mudança? É tão simples. Tem que perder o preconceito e mudar a forma de olhar tudo o que vai para o lixo.

Dona Terezinha acaba de conhecer um agente sócio-ambiental. Um voluntário que tem a missão de bater de porta em porta para fazer um alerta: jogar óleo de cozinha na pia, no esgoto ou no quintal é um erro.

"Ele vai se impregnando nos canos de esgoto, que vão fechando. Com o tempo, toda a tubulação vai ficar entupida. Sem contar que isso demora muito para se degradar. É como se fosse a veia do coração: a gordura aumenta o colesterol e fecha as artérias, e o óleo faz a mesma coisa na rede de esgoto", explica o químico do projeto José Antônio Canal.

Impregnado no solo, o óleo também ameaça a água dos lençóis freáticos. E o que fazer? O combate a esse problemão já reuniu mais de 60 voluntários numa organização em Santo André, no ABC Paulista.

"Apenas 1% do óleo é reaproveitado. O óleo é um resíduo muito rico para ser reaproveitado. Podemos fazer muita coisa com ele, como sabão, sabonete, desinfetante, pasta de brilho, ração animal", diz o coordenador do projeto, Adriano Calhau.

 

Eles se especializaram em fazer sabão. Já conseguem arrecadar cinco toneladas de óleo usado, todos os meses, com moradores e comerciantes cadastrados. Na pastelaria de Cláudio, são pelo menos 20 litros por semana. É tanto que, de vez em quando, ele ganha de volta o sabão, de graça. "O sabão funciona. É muito bom!", elogia.

O sabão é artesanal e a receita, muito parecida com a das vovós de antigamente. Ele surge da mistura de gordura com soda cáustica.

"O que sobra é doado para outra empresa, que faz um tratamento. Essa borra também serve para fazer sabão, mas precisa de um tratamento mais específico, que, no momento, nós não temos. Então, eles pegam essa borra e fazem sabão e ração animal", conta o químico José Antônio Canal.

Assim, o que era lixo e sujava o meio ambiente pode ser 100% reaproveitado. Um processo que gera oportunidade de trabalho para muita gente e vai consolidando a mudança de hábito, de casa em casa.

"Pelo menos aqui em casa ninguém mais consegue jogar uma latinha no lixo comum. Nem minha filha. Ela também joga o lixo reciclável num saquinho! É só deixar um saquinho ao lado do fogão ou da pia e ir jogando lá como se fosse o lixo comum. Então, fica muito simples separar. É somente uma questão de hábito", comenta a artista plástica Elisa Costa.

 

Fonte: http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-14971-2-240582,00.html

 

 

VER: http://www.portaldovoluntario.org.br/acao.php?idacao=2225



Escrito por Simone Borges às 19h01
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
Meu perfil


BRASIL, Centro-Oeste, GOIANIA, Mulher



Meu humor



Histórico


Categorias
Todas as mensagens Link



Votação
Dê uma nota para
meu blog



Outros sites
 VAMOS GERAR MENOS LIXO
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 Portal do Voluntariado
 Portal Curtas Petrobrás
 CNAPQ - Lattes
 habitaçao Ecológica
 Coleta Seletiva e Reciclagem do Lixo
 SENAC-RS - Educação Ambiental
  DOE SEU LIXO
 CEMPRE
 USP RECICLA
 Instituto Akatu
 Reciclar para Construir
 RESÍDUO DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO
 Recicloteca
 Reclicagem pontocom
 Ecoplano
 Casa ecológica
 Lixo
 Ecoarquitetura
 Energia Sustentável
 Ambiente Brasil
 Gerador de Energia
 Casa pré-fabricada
 Tinbá Bio-arquitetura
 Associaçao B. Alumiínio
 coleta em condomínio
 CETEA Embalagem
 Reciclar 3T
 Lixo Lucro em Condomínio
 Instituto Gea
 RecicleVidas
 Nos Podemos
 Prefeitura Curitiba
 Prefeitura Natal
 IPEMA - Permacultura
 Vale Verde
 TESE Recicla Condomínio
 ANAUE Design Estrategico
 Arte Pneus
 Revista Digital do Ambiente
 Revista ECO21
 SABESP - ÁGUA
 CETESB
 ARQ SUSTENTÁVEL
 Reciclar Construção Bahia
 Cidades Soluções